Este projeto, no entanto, não lida com as metrópoles líder na Europa, mas com cidades de médio porte e suas perspectivas para o desenvolvimento. Embora a grande maioria da população urbana nas cidades, o foco principal da pesquisa urbana tende a ser a 'global' metrópoles. Como resultado, os desafios das cidades médias, que podem ser bastante diferentes, permanecem inexplorados até certo ponto. cidades de médio porte, que têm de enfrentar a concorrência das metrópoles mais sobre as questões correspondentes, parecem estar tão bem equipadas em termos de massa crítica, recursos e capacidade de organização.
Este Blog tem por objetivo apresentar informações obtidas a partir de Estudos Dirigidos da Disciplina Tópicos Optativos - Visões Urbanas do Século XXI – A Visão Tecnológica da Cidade, ministrada pelo Professor Marcelo Maia, por meio de pesquisas feitas na internet, fotos, imagens, textos e análise crítica da Arquitetura Contemporânea.
Afinal, o que é Arquitetura e Urbanismo?
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Smart Cities - Cidades Inteligentes.
Este projeto, no entanto, não lida com as metrópoles líder na Europa, mas com cidades de médio porte e suas perspectivas para o desenvolvimento. Embora a grande maioria da população urbana nas cidades, o foco principal da pesquisa urbana tende a ser a 'global' metrópoles. Como resultado, os desafios das cidades médias, que podem ser bastante diferentes, permanecem inexplorados até certo ponto. cidades de médio porte, que têm de enfrentar a concorrência das metrópoles mais sobre as questões correspondentes, parecem estar tão bem equipadas em termos de massa crítica, recursos e capacidade de organização.
Você sabe o que é o MIT?
Acesse: http://www.mit.edu/
domingo, 16 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Novas operações urbanas pretendem modificar 15 mil ha da cidade de São Paulo.

Demolição do Elevado Costa e Silva, enterramento dos trilhos do Metrô e da CPTM entre a Lapa e o Brás, mudança do terminal da Barra Funda para outro local e a criação de uma rodoviária em Itaquera. Essas são algumas das propostas das novas Operações Urbanas Lapa-Brás, Mooca-Vila Carioca e Rio Verde-Jacu apresentadas pela Prefeitura de São Paulo na quinta-feira, dia 6 de maio.
A revitalização deve acontecer de duas maneiras: em áreas de ocupação induzida, onde o poder público vai controlar as mudanças, e em áreas de transformação incentivada, onde o desenvolvimento urbano será feito por meio de Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Construção). Antes disso, porém, a Prefeitura vai contratar, por meio de licitação, empresas para desenvolver os projetos urbanísticos, ambientais, de transportes, de habitação e de viabilidade econômica.
Lapa-Brás
Cidade planejada, cidade-global, cidade-modelo: qual é a sua capital?
O cenário urbano atual nos revela uma grande variedade de espaços, frutos do processo histórico e cultural ao qual as sociedades foram submetidas. Essa grande diversidade de ambientes também revela os seus sujeitos: agentes modificadores ou agentes passivos de uma realidade urbana em constante transformação – mas que talvez, afinal, não se transforme o suficiente. Nessa perspectiva, por um lado, o planejamento das cidades pode ser entendido como um sinal de desenvolvimento e progresso, pois carrega as ideias de valorização do ambiente público, preocupação com o bem-estar humano, respeito ambiental e integração de espaços e habitantes. Exemplos de capitais planejadas no Brasil, além de Brasília, são Belo Horizonte, Goiânia e Palmas – e Curitiba, embora não tenha sido planejada, foi reestruturada em uma iniciativa da prefeitura da cidade que ficou reconhecida mundialmente. Entretanto, o planejamento de cidades é composto por múltiplos fatores sociais, políticos e econômicos, que se estendem muito além dos planos estabelecidos pelo projeto inicial. Na realidade, a história nos mostra que esse planejamento, ainda que aparentemente envolto pelas mais nobres intenções, sofre de ambiguidades, deixando marcas profundas nas cidades e em seus habitantes.
domingo, 9 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Como intervir em grande escala?
terça-feira, 4 de maio de 2010
'Bike pública não funciona sem ciclovia'. Diz Oscar Diaz, Diretor do ITDP em Nova York, sobre como melhorar o trânsito em São Paulo.

Conheça as 10 melhores cidades do mundo para pedalar, segundo o site "askmem.com". A cidade de Curitiba está entre elas.
"Com o ambientalismo em voga, a bicicleta está rapidamente se tornando um item importante na malha do transporte urbano. Não há dúvidas dos benefícios que ela traz ao meio ambiente e ao próprio trânsito, mas é preciso um planejamento sério da cidade para que seja possível enxergar essas vantagens". Revista Galileu Demolição de rodoviária começa a mudar a Luz.
Edifício de arquitetura kitsch, que serviu como terminal de ônibus entre 1961 e 1982, dará lugar até 2014 ao Teatro da Dança de SP. No centro. O terminal recebia até 2.500 ônibus por hora e afetava trânsito; na foto, rodoviária lotada nos anos 1970.Prefeitura de SP lança projetos para revitalizar entorno de ferrovias.
domingo, 2 de maio de 2010
Fantástico exibe a série Megacidades.
Veja: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1446792-15605,00.html
Japoneses abrem mão do automóvel. E se espremem nos trens.
Explosão populacional e alto custo do carro particular levam o transporte público a atender 43 milhões de passageiros por dia. A hora do rush na maior mancha urbana do mundo, com 35,3 milhões de moradores, é semelhante à de qualquer outra megalópole com uma exceção: os japoneses se disciplinaram para conviver com ela. Os passageiros do metrô que querem tentar um cobiçado assento formam uma fila ao lado daqueles que preferem partir rapidamente. Assim que o trem fecha as portas, a fila dos que esperaram para viajar sentados se desloca para o lugar da outra. É um movimento tão sincronizado que parece ensaiado. Funciona perfeitamente. As pessoas espremem-se nos ônibus, trens de superfície e no metrô, onde funcionários com uniforme azul-marinho e luvas brancas tratam de empurrar vigorosamente os passageiros vagão adentro. Tudo para manter a eficiência no atendimento à população. Sem atrasos, sem demora. O desconforto de viajar colado ao corpo de estranhos é compensado não só pela pontualidade, mas também pela organização e abrangência da rede. São 283 estações e 292 quilômetros de linhas, cinco vezes a extensão do metrô de São Paulo. Graças a isso, a maioria dos habitantes da região metropolitana abre mão do veículo próprio. Segundo o último relatório anual do Governo Metropolitano de Tóquio, de 2006, o número de passageiros do sistema, que inclui ônibus, metrô, trens de superfície e bondes, chega a 43 milhões por dia - ele supera o da população total porque as pessoas fazem mais de uma viagem diariamente. Desse total, 66% utilizaram os 7,5 mil km de linhas de trens metropolitanos. O metrô é o preferido de 19% e os ônibus - 8.200, equipados com GPS -, de 10%. Os outros 5% utilizam táxis e bondes.
Mesmo com o domínio do transporte de massa, a metrópole não está livre dos congestionamentos. Principalmente nas vias que ligam áreas de subúrbio ao centro. "Essas regiões são malservidas de transporte coletivo", diz o professor Akito Murayama, da Universidade de Nagóia. Na região metropolitana, para cada pessoa que circula com veículo próprio, há duas que usam o sistema coletivo. Na cidade de Tóquio, a proporção favorável ao transporte público é bem maior: 5 para 1.
Veja a matéria completa clicando no link: http://www.estadao.com.br/megacidades/toquio.shtm
As Megacidades.
As megacidades são mais do que apenas grandes cidades. A sua dimensão proporciona a criação de novas dinâmicas, nova complexidade e nova simultaneidade de fenómenos e processos - físicos, sociais e económicos. São, igualmente, palco de interacções intensas e complexas entre diferentes processos demográficos, sociais, políticos, económicos e ecológicos. Naquelas que apresentam períodos de elevado crescimento económico surgem frequentemente oportunidades consideráveis, bem como fortes pressões no sentido de mudanças, geralmente acompanhadas por degradação ambiental.
No mundo em vias de desenvolvimento, as megacidades tendem a crescer mais rapidamente do que o dimensionamento das suas infra-estruturas o permitiria. Esta expansão urbana descontrolada pode originar grandes volumes de tráfego, elevadas concentrações industriais e sobrecargas ambientais; pode desregular e inflacionar os mercados imobiliários, originar um deficiente planeamento habitacional e, nalguns casos, dar origem a situações extremas de pobreza e riqueza convivendo lado a lado, promovendo tensões sociais.
As megacidades caracterizam-se por possuírem uma enorme diversidade demográfica. Aí, coexistem com frequência grupos de diferentes etnias, comunidades e estratos sociais com diferentes raízes culturais e estilos de vida. Para além destes factos, também devem ser reconhecidas e tidas em consideração as diferenças de crescimento económico, a polarização social, a qualidade das infra-estruturas e de intervenção pública.
As megacidades são igualmente um foco de risco global. São sistemas que se caracterizam por um aumento, permanente, da sua vulnerabilidade em virtude de abrigarem casos de pobreza extrema, desigualdades sociais e degradação ambiental, factores os quais estão inter-relacionados por intermédio de um sistema complexo de fornecimento de bens e serviços. Os indivíduos provenientes de diferentes grupos socioeconómicos e quadrantes políticos correspondentes, poderão ser segregados geograficamente, criando disparidades e conflitos. A densidade populacional aumenta a vulnerabilidade relativamente a fenómenos físicos, com potencial destrutivo, naturais ou induzidos pelo homem. Assim sendo, as megacidades, expostas ao ambiente global e às mudanças socioeconómicas e políticas fazem agravar o risco que sobre elas recai.
sábado, 1 de maio de 2010
Coleção São Paulo Visões - O Brás
Imagem: Ladeira do Carmo e Aterrado do Brás em 1887, atual Av. Rangel Pestana.
Fonte: mrlinkbiz.fotosblogue.com
Imagem: Vista do bairro do Brás, em São Paulo, na década de 1920. Destaque para a fábrica de Francesco Matarazzo